terça-feira, 12 de janeiro de 2016

Rio Mondego

Nos últimos dias o rio Mondego tem sido causa de preocupação. Hoje falámos das cheias...
Um propósito ótimo para introduzir a lenda do Mondego, uma lenda de tradição oral. Algo que já estava previsto fazer para um projeto eTwinning.

Conta a lenda que vivia uma princesa moura na Serra da Estrela. Um dia a bela princesa conheceu um príncipe francês com quem veio  a casar. Esse príncipe chamava-se Diego.
A certa altura, o rei que mandava em França mandou chamar Diego para combater numa guerra. Diego lá foi, em cima do seu cavalo, passou por montes  e vales e atravessou Espanha para chegar ao destino.
Na Serra da Estrela ficou a bela princesa, inconformada e triste, chorando e chamando pelo seu amado:
-Mon Diego! Mon Diego!
E tanto chorou, a bela princesa, que as suas lágrimas formaram um rio que deslizou serra abaixo.
As palavras da princesa perderam-se no vento e ficou na memória das pessoas um eco: 
-Mondego! 
Mas, ainda hoje, quando passam em Coimbra junto ao Choupal, as águas imitam o choro da princesa:
-Glu...Glu...

Comemos o peixe certo?

Esta pergunta faz parte do conjunto de questões a a serem respondidas, no âmbito do projeto Alimentação Saudável e Sustentável (Programa Eco-Escolas).
Estamos a começar pelo princípio. Antes de saber qual o peixe certo, temos de saber que existem peixes diferentes, como se chamam, como nos chegam ao prato, etc.
Ontem levámos uma questão para casa:saber que peixes costumamos comer.
Metade dos brincantes estão doentes, dos restantes nem todos se lembraram de perguntar, cá ficam as respostas de hoje. Tenho a certeza que amanhã serão muitas mais, com a ajuda das famílias.



Francisca Rafael:
Peixe vermelho
Salmão
Maruca
Pescada
Sardinha
Atum
Bacalhau   Francisca Rafael

Inês:
Salmão
Peixe Branco 

Gustavo
Camarão

David
Pescada
Salmão 

Duarte
Salmão 

Guilherme Marques
Peixe branco
Pescada 

Victória
Camarão
Peixe branco

Bárbara
Pescada
Atum
Tamboril
Salmão
Dourada
Camarão

Gonçalo
Salmão
Pescada 




quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

Com as mãos na massa

Hoje foi dia de pôr as mãos na massa, juntamente com os meninos da sala 1. Fizemos umas bolachas a lembrar o bolo-rei.











terça-feira, 5 de janeiro de 2016

Vamos fazer uma coroa

Hoje à hora de almoço havia meninos da sala 1 com coroa de rei na cabeça...
-Vamos fazer uma coroa? - perguntaram-me os meninos.
Não há como dizer que não ou porque dizer que não.  Fomos! E porque mais do que mostrar as nossas coroas importa perceber como o fizemos, como as mãos e o cérebro foram chamados para a tarefa, regista-se o procedimento.

  1. Vimos imagens  de coroas no computador 
  2. Com uma tira de cartolina e um lápis de carvão desenhámos a coroa 
  3. Recortámos o desenho da coroa
  4. Colámos papeis e purpurinas                                                                                                          
                                                     
          

A lenda do Bolo-Rei

Hoje a Ofélia contou a lenda do Bolo-Rei. Depois alguns meninos escolheram fazer bolos-rei com a massa de farinha e papeis. Fizemos outras coisas a propósito desta lenda, mas ainda não podemos contar.

A lenda:
"Conta a lenda que num país distante viviam três homens sábios que analisavam e estudavam as estrelas e o céu. Estes homens sábios chamavam-se Gaspar, Melchior e Baltazar, a que a tradição deu a nomeação de “três Reis Magos”. Numa noite, ao analisarem o céu, viram uma nova estrela, muito mais brilhante que as restantes, que se movia pelo céu, e interpretaram-na como um aviso de que o filho de Deus nascera. Resolvidos a segui-la, levaram consigo três presentes: incenso; ouro e mirra, para poder presentear o Messias recém nascido. Chegados à cidade de Belém, já perto da gruta onde estava o menino Jesus, os Reis Magos depararam-se com um dilema: Qual deles teria o privilégio de oferecer primeiro o seu presente? Esta pergunta gerou a discussão entre os três. Um artesão que por ali passava ouviu a conversa e propôs uma solução para o problema de maneira a ficarem todos satisfeitos. Pediu à sua mulher que fizesse um bolo e que na massa colocasse uma fava. Mas a mulher não se limitou a fazer um simples bolos e arranjou forma de ali representar os presentes que os três homens levavam. Desta forma fez um bolo cuja côdea dourada simbolizava o ouro, as frutas cristalizadas simbolizavam a mirra e o açúcar de polvilhar simbolizava o incenso. Depois de cozido o bolo foi repartido em três partes e aquele a quem saiu a fava foi efetivamente o primeiro a oferecer os presentes ao menino Jesus"(in http://www.luso-livros.net/wp-content/uploads/2013/12/Contos-de-Natal-Portugueses.pdf).