quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017
Temos andado envolvidos com projetos... Há quem tenha como projeto a concretização de objetos em torno da ideia de super-heróis e há quem queira saber como apareceu a Terra ou como apareceu o primeiro homem. Mas também vamos à mata do Observatório Astronómico. Corremos, fazemos desenhos na terra, imaginamos habitantes perigosos da mata e apanhamos flores e paus.
Um dia destes, quando chegámos ao JI estivemos a observar as plantas, as suas cores, formas e partes constituintes.
Um dia destes, quando chegámos ao JI estivemos a observar as plantas, as suas cores, formas e partes constituintes.
Visita da escritora Alice Cardoso
A escritora Alice Cardoso esteve connosco, apresentou-nos as suas histórias e autografou os nossos livros. Os brincantes ficaram espantados e muito contentes quando perceberam que ela é a autora da história que dramatizaram no Natal!..
A Victória comunicou no início da semana que iria à Serra da Estrela no fim de semana.
-Ai vais, trazes um bocadinho de neve para nós?
-Não dá, derrete! - Gustavo
-Será que derrete, que funde, como dizem os cientistas? E como é que ela pode fazer para não fundir?
...
Propus uma experiência, para ver em que é que a Victória deveria embrulhar a neve, para a conservar: lã, papel, plástico, tecido de cetim.
Fizemos as previsões. Apenas um menino apostou no plástico "porque sim", quase todos apostaram no tecido de cetim "porque é fresquinho" e alguns no de lã porque "é forte". Registámos.
Fomos almoçar e quando voltámos observámos e voltámos a registar.
Agora os meninos já sabem que as camisolas de lâ não deixam "fugir" o calor, mas também não deixam "fugir" o frio.
Infelizmente apaguei acidentalmente as fotos desta experiência. Restou a imagem do painel da pintura com gelo que as crianças propuseram fazer, porque se lembraram desta atividade realizada no ano anterior.
-Ai vais, trazes um bocadinho de neve para nós?
-Não dá, derrete! - Gustavo
-Será que derrete, que funde, como dizem os cientistas? E como é que ela pode fazer para não fundir?
...
Propus uma experiência, para ver em que é que a Victória deveria embrulhar a neve, para a conservar: lã, papel, plástico, tecido de cetim.
Fizemos as previsões. Apenas um menino apostou no plástico "porque sim", quase todos apostaram no tecido de cetim "porque é fresquinho" e alguns no de lã porque "é forte". Registámos.
Fomos almoçar e quando voltámos observámos e voltámos a registar.
Agora os meninos já sabem que as camisolas de lâ não deixam "fugir" o calor, mas também não deixam "fugir" o frio.
Infelizmente apaguei acidentalmente as fotos desta experiência. Restou a imagem do painel da pintura com gelo que as crianças propuseram fazer, porque se lembraram desta atividade realizada no ano anterior.
sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017
Saia de roda
Hoje havia aviso laranja em Coimbra, mas nem isso nos demoveu. Equipados de capas, galochas e guarda chuva, descemos de Santa Clara até ao Convento de São Francisco. Para quê? Para ver este espetáculo imperdível, ternurento e belo.
Obrigada papás por confiarem, levei comigo 22 brincantes.
Os meninos gostaram tanto!
E não é que souberam falar da festa das sete saias, da festa das lutas a fingir, da festa das caras feias e da festa do dragão! À tarde estivemos a ver filmes destas festas tradicionais portuguesas e o espetáculo ganhou ainda mais significado.
Obrigada papás por confiarem, levei comigo 22 brincantes.
Os meninos gostaram tanto!
E não é que souberam falar da festa das sete saias, da festa das lutas a fingir, da festa das caras feias e da festa do dragão! À tarde estivemos a ver filmes destas festas tradicionais portuguesas e o espetáculo ganhou ainda mais significado.
Criatividade
Há muitos anos dediquei-me a estudar a relação entre criatividade e aprendizagem. Queria compreender se havia algum fundamento numa ideia que tinha: o ensino não promove o desenvolvimento do pensamento criativo e nega possibilidades de aprendizagem a pessoas com pensamento divergente. Estudei as diferentes teorias, li estudos feitos e percebi que sim, muita gente já tinha investigado com base naquela ideia. O ensino, na generalidade, estimula o "pensamento convergente". Desse trabalho ficou-me a preocupação com o "alimentar" do "pensamento divergente", sem o qual não haveria inovação, evolução, ciência até...
Entrei com uma caixa de cartão na sala que iria para o lixo e perguntei:
-O que poderá ser esta caixa?
Depois de muita discussão chegou-se a um consenso: uma televisão de faz-de-conta.
-Como fazemos aparecer imagens?
As crianças foram dando ideias e chegou-se a um objeto que tem uma ranhura em cima, onde se colocam desenhos que definem o programa que está a dar, e uma abertura atrás para poder "fazer programas" com fantoches.
Entrei com uma caixa de cartão na sala que iria para o lixo e perguntei:
-O que poderá ser esta caixa?
Depois de muita discussão chegou-se a um consenso: uma televisão de faz-de-conta.
-Como fazemos aparecer imagens?
As crianças foram dando ideias e chegou-se a um objeto que tem uma ranhura em cima, onde se colocam desenhos que definem o programa que está a dar, e uma abertura atrás para poder "fazer programas" com fantoches.
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